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29 de set de 2012



O CASO VASP 169.


O caso vôo Vasp 169 é mais um importante e intrigante caso da ufologia brasileira e mundial, não só pelos fatos que ocorreram, mas pelas dezenas de testemunhas que acompanharam o caso. O Vasp 169 ficou famoso pelos relato
s dos tripulantes e pelo comandante da aeronave Sr.Gerson Maciel de Britto, comandante Britto, já que, outras duas aeronaves, uma das Aerolíneas argentinas e outra da Transbrasil, também foram testemunhas oculares desse caso. O vôo Vasp 169 partiu na madrugada de 8 de fevereiro de 1982 de Fortaleza para São Paulo, com escala no Rio de Janeiro, com cerca de 150 passageiros, o tempo era bom, com poucas nuvens e ótima visibilidade; quando a aeronave comercial sobrevoava a cidade de Petrolina em Pernambuco, o comandante Britto pôde visualizar a sua esquerda, um ponto de luz que o acompanhava na mesma velocidade, cerca de 900Km/h., o comandante ficou intrigado, pois, alem de não ser notificado da presença de alguma aeronave naquela posição, aquele ponto luminoso não parecia normal, já que, o objeto apresentava mutações de cores, variando entre avermelhado, laranja e azul; momento esse, que o comandante solicitou auxílio do controle aéreo de Recife, onde este, de prontidão, informou que desconhecia qualquer tráfego aéreo naquela posição, nem tão pouco o radar acusava. O OVNI passou a fazer manobras incríveis de aumento e diminuição de velocidade, onde o comandante pôde não só visualizar, como também, constatar pelo radar de bordo. Ao chegar à jurisdição do CINDACTA Brasília (Centro Integrado de Defesa Aeroespacial e Controle de Tráfego Aéreo) o comandante voltou a fazer contato, a resposta foi também negativa por parte do CINDACTA, o radar, segundo os controladores, não indicavam nenhum objeto; sabendo que ali era trajeto de outros vôos comerciais, solicitou ao CINDACTA que entrasse em contato com outras aeronaves no sentido de que, pudessem estar visualizando o objeto, a resposta foi positiva, tanto a Aerolíneas Argentinas, quanto um vôo da Transbrasil, visualizavam o OVNI durante grande parte do trajeto. Ao sobrevoar Belo Horizonte, o comandante notou que objeto se aproximava consideravelmente, tendo a oportunidade de visualizar tanto a estrutura discóide do objeto, quanto sua dimensão enorme, maior que o próprio Boeing 727/200 o qual pilotava, nesse momento o CINDACTA alertou, informando que estariam detectando o objeto. Naquele momento, o comandante com experiência de mais de 20 mil horas de vôo, não tinha mais dúvidas que se tratava de uma nave extraterrestre, até àquela hora, somente os ocupantes da cabine estavam visualizando o objeto, sabendo que aquela era uma oportunidade impar na vida daquelas pessoas, informou a tripulação para que pudessem compartilhar aquele momento histórico, as pessoas maravilhadas puderam se revezar nas janelas do lado esquerdo, vendo o objeto emitir uma luz forte azulada que refletia em toda aeronave, apenas dois dos passageiros do vôo, se negaram a ver o OVNI, são estes, Dom Ivo Lorschaider e outro religioso. Agora a grande pergunta: Por que os dois religiosos se negaram a ter visão daquele momento único? Receio de serem testemunhas do OVNI? Eles já sabem sobre a existência de vida em outros planetas? Não querem se contradizer com os fiéis? Por que o medo da verdade? Essas são as perguntas que todos fazem, a verdade tem que prevalecer sempre, essa é a grande essência da nossa existência, e o que todos seres humanos buscam. O objeto manteve o trajeto de acompanhamento até o interior do Rio de Janeiro, ao pousar no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, uma multidão de repórteres já estavam apostos para colherem os depoimentos dos passageiros que acompanharam aquele que seria, um dos maiores casos ufológicos de todos os tempos, repercutiu no Brasil e no Mundo. O comandante Britto teve o aval por parte da companhia, em relatar os fatos a imprensa. Para a surpresa do comandante, o CINDACTA voltou atrás, emitindo comunicado oficial de que, nada acusaram no radar, começando aí, mais um acobertamento por parte do governo. Muitos tentaram desmistificar tudo, tentando impor teorias absurdas como, aurora boreal e a possibilidade de ser o planeta Vênus, como sempre, a verdade sendo ocultada, como se não tivéssemos o direito da verdade, mas é difícil para as autoridades, ocultarem os depoimentos de 150 pessoas. Como em outros casos oficiais, fazemos honra e agradecimentos aos depoimentos das testemunhas, e em especial, ao comandante Gerson Maciel de Britto, que não relutou em atestar a veracidade dos fatos, para repórteres e ufólogos, que puderam registrar mais esse caso intrigante para ufologia.

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