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4 de out de 2012



MOHENJO DARO, A CIDADE DESTRUÍDA POR MIL SÓIS.

No épico hindu Mahabhárata, lemos:

Um único projétil, carregado com todo o poder do Universo.
Uma coluna incandescente de fumaça e fogo, tão luminosa quanto mil sóis, ascendeu em todo o seu esplendor…
era uma arma desconhecida…
A qual reduziu a cinzas a raça inteira dos Vrishnis e dos Andhakas…
Outro texto intrigante, também hindu, é o Vymaanika Shaastra, escrito em sânscrito e que relata como eram construídos os famosos Vimanas, naves que os antigos possuíam e que carregavam poderosas armas de destruição em massa, como veremos logo abaixo). Esse tratado possui tantas informações sobre aeronáutica e armas bélicas de grande poder que nenhum especialista se atreve a dar um parecer sobre seu conteúdo e negá-lo.
Vamos recorrer, novamente, ao épico Mahabhárata (Grande Índia, em sânscrito, coleção de 18 livros, cujo 9º livro é o Bhagavad Gita), que relata a destruição da cidade de Mohenjo Daro, pois certas passagens soam bastante sugestivas, porque parecem fazer menção a artefatos bélicos: O valoroso Aswatthaman, resoluto, tocou a água e invocou o braço de Agneya (o fogo).
Apontando para seus inimigos, disparou uma coluna explosiva que se abriu em todas as direções e causou fogo como luz sem fumaça, seguido de uma chuva de faíscas que cercaram o exército dos Partha completamente…
Os quatro pontos cardeais cobriram-se de cinzas, e um vento mal e violento começou a soprar.
O sol parecia girar ao contrário, o universo parecia estar febril,os elefantes, aterrorizados, correram por suas vidas…
A água ferveu e os animais aquáticos demonstraram intenso sofrimento…
Continuando, lemos sobre outra poderosa arma, batizada de Narayana, que infectava tudo, inclusive as roupas dos que foram afetados nas guerras: “Os guerreiros retiraram suas armaduras e as lavaram na água”. Outras poderosas armas são citadas nesse livro épico do hinduísmo. Temos a Kamaruchi, ou flecha inteligente, que perseguia onde quer que se fosse – esta nos lembra os modernos mísseis teleguiados.
Temos ainda a Murchdhana, uma arma que anulava os sentidos humanos – um possível gás sonífero, igual à Nadana, que produzia alegria como o gás hilariante. Outra arma mencionada é a “flecha” Shabdavetiva, que desta vez seguia os sons e perseguia objetos ocultos, como os mísseis atuais que seguem ondas sonoras produzidas por aviões inimigos.
Há outro relato neste livro sagrado do hinduísmo:Quando o deus Rama foi ameaçado por um exército de macacos, ele colocou sua flecha mágica em ação.
Esta produziu um trovão luminoso, mais forte que o calor de mil sóis,transformando tudo em cinzas.
Os cabelos dos sobreviventes caíram,suas unhas se desintegraram…
O espantoso nisso tudo é que arqueólogos desenterraram, há cerca de 40 anos, a maior parte de Mohenjo Daro e corroboraram a passagem do Mahabhárata que acabamos de citar: eles desenterraram cadáveres que mostravam sinais de morte súbita, rápida e violenta – ou seja, sem indícios de luta ou resistência.
Foram encontradas dezenas de esqueletos em afazeres cotidianos, pouco antes de serem dizimados por uma catástrofe que os destruiu em segundos. Essa força inexplicável – para nós, um artefato nuclear – calcinou os ossos dos que estavam na cidade. Detalhe: não há vulcões na área, o que torna a história dessa cidade paquistanesa muito diferente de outras, como Santorini, que foi destruída pela lava de um vulcão.
Outra prova de que Mohenjo Daro sofreu uma destruição nuclear é que no epicentro da explosão acharam-se detritos negros e restos de areia, rocha e argila derretidas e vitrificadas.
Dezenas de esqueletos encontrados em Mohenjo Daro, vítimas de uma bomba atômica.
Dentre as ossadas, as mais espantosas são as de uma família composta de pai, mãe e um menino que caminhavam juntos, de mãos dadas e caminhando por uma rua. Estes permaneceram insepultos, tombados no chão, esmagados por uma força inexplicável, enquanto caminhavam calmamente, que os esmagou, queimou e calcinou instantaneamente… Analisadas as amostras dessa “família”, constatou-se que elas foram expostas a uma temperatura de mais de 1,5 mil graus.
O momento da explosão é descrito da seguinte maneira, no Mahabhárata: “A fumaça branca e quente mil vezes mais brilhante que o sol ergueu-se em infinito brilho e reduziu a cidade a cinzas. A água ferveu, cavalos e carruagens pegaram fogo aos milhares e os cadáveres que caíram estavam mutilados pelo horrendo calor até não mais serem reconhecíveis”.

MAIS UM POUCO SOBRE MOHENJO DARO.

Há mais de 4.000 anos floresceu uma cultura, que hoje é conhecida como a Idade de Bronze Indo-Paquistã, pertencente à cultura Calcolítica. Suas principais cidades foram jogadas à luz em 1921 e 1922. Até então nada se sabia de Harappa nem de Mohenjo-Daro. Seu descobrimento, no entanto, revolucionou a história. Os arqueólogos tinham ante si os restos de algumas cidades que em muitos sentidos estavam melhor concebidas que as grandes cidades de hoje em dia. A primeira a ser fundada, e a mais interessante arqueologicamente, é Mohenjo-Daro, a capital do reino, que foi transladada a 645 Km para escapar das terrí veis inundações do rio Indo, dando lugar à segunda capital, Harappa.

Água corrente, quente e fria

Os escavadores ficaram maravilhados ao ver a magnitude das obras públicas. Havia barreiras artificiais para conter as crescentes do rio que, como as atuais, nem sempre resultaram eficazes. As ruas estavam afastadas, tendo a seus habitantes como os descobridores deste material. Porém o mais surpreendente foi comprovar a existência de um complicado sistema de esgoto e transporte de águas. Tinham grandes depósitos comunais, que passavam por uns dispositivos depuradores antes de ir a uns algibes calafetados de menor tamanho. Desde ali se distribuia às moradias por pavimentos, que contavam com instalação de água quente e fria, banhos e toda a classe de aparelhos sanitários, com recolhimentos de águas residuais. Algo que nos felizes vinte anos estava sendo iniciado para gerar nas cidades mais importantes do mundo!

Agnósticos Republicanos

Os arqueólogos levaram outra surpresa. Pese ao avançado conceito urbanístico da cidade e à proliferação de edifícios públicos dedicados a tarefas administrativas, não foram encontrados templos nem palácios. Parecia como se somente houvesse um tipo de classe social e que não participavam de nenhuma classe de culto à divindade. Algo insólito, que não se repete em cultura alguma deste planeta. A evolução deste povo os havia levado a forma um só grupo social homogêneo e a esquecer-se de seus deuses primitivos.

Porque, desde logo, em um momento anterior se tivessem uma religião a que venerar. E isto foi demonstrado ao continuar cavando, até encontrar uma nova surpresa. A cidade estava construída sobre os restos de outras cidades, e estas ruínas repousavam sobre os de uma mais antiga, e assim sucessivamente até que fossem descobertas sete cidades superpostas. E então se deram conta que a mais antiga era a mais perfeita, a mais rica e a mais bela. Parecia que a evolução havia sido produzida para trás, regressivamente. Seus habitantes eram cada vez mais toscos e primitivos, deixando grande parte de sua cultura e conhecimentos iniciais à medida que passava o tempo.

Para trás

A arte era não somente decadente, como também mais rústica em cada estrato superior. O emprego de metais ia sendo perdido, a olaria decaía, e a escrita sânscrita, era cada vez menos empregada. Seus moradores haviam voltado à pré-história se algo não tivesse acontecido. Algo que passou, porém que ninguém explica-o que foi. Foram encontrados restos de comida colocadas ao fogo, mesas preparadas para comer, e alguns cadáveres em atitudes domésticas e que não parecem ter morrido por causas violentas. Parece que as pessoas se evaporaram de imediato, deixando a meio fazer o que tinham entre as mãos e sem nem sequer enterrar seus mortos.

Pode ser uma invasão repentina, talvez a dos ários que nos narra o Rigveda, porém se supõe que os vencedores teriam levado a presa que ficou ali mais de 3.500 anos, para que o descobrissem outros colonizadores ocidentais. Cidades intactas e mortas sem aparente violência. Talvez fosse uma bomba de neutrons enviada por esses deuses longo tempo esquecidos. De imediato, alguma catástrofe deve ter ocorrido e é uma lástima que passou a um povo que, pese a sua agressão, tinha melhores vivendas que as da índia atual, e, sobretudo, que não conhecia nenhuma arma, posto que dentre seus inúmeros restos não foi desenterrada nenhuma. Em qualquer caso, é um exemplo a seguir.

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