Pesquisar este blog

Pesquisar este blog

13 de out de 2012


A ORIGEM DOS POVOS NEGROS

O texto apócrifo o Combate de Adão e Eva traduzido do etíope fala sobre os filhos de Deus que desceram na Terra e casaram com as filhas dos homens, dando credito aos exegetas autorizados da Bíblia, teríamos anjos descidos do céu de Deus para fazerem amor com as mulheres e engravidá-las!? Que soldados espertos eram estes anjos! Seriam estes anjos seres materiais como nós, mas mais do que nós e invadidos pelo demônio da concupiscência? Tais viajantes, sem outra explicação plausível, não podem ser senão homens que voavam pelos céus, astronautas, quanto a estes anjos negros soldados de Enoch que destino tiveram na Terra? Teriam acabado de por adquirir atributos viris – a necessidade cria o órgão, dizia Lamark- tornando-se então os antepassados superiores dos negros ? No capitulo VIII do livro de Enoch, temos:
‘1- Azazyel ainda ensinou aos homens a fazerem espadas, facas, escudos, couraças e espelhos; ensinou-lhes o fabrico de pulseiras e ornamentos, o uso da pintura, a arte de pintar as sobrancelhas, e de utilizar pedras preciosas e todas as espécies de tinturas, assim o espelho, as armas, os ornamentos e os artifícios femininos não seriam de origem e invenção terrestre, em um outro planeta os homens teriam uma civilização idêntica a nossa e as mulheres de lá utilizariam produtos de beleza iguais ou análogos aos vendidos em nossas lojas, nos versículos seguintes, outros anjos ou soldados negros ensinam os sortilégios , os encantamentos, a arte de observar as estrelas, os signos, a astrologia, os movimentos da Lua etc.
Meroe (ou Meroé) é o nome de antiga cidade na margem leste do rio Nilo, na Núbia, a região do vale do rio Nilo que actualmente é partilhada pelo Egipto e pelo Sudão, a cerca de 300 km a nordeste de Cartum, que foi a capital do reino de Kush entre o século VII a.C. e o século IV da nossa era.No local onde se encontrava a cidade existem mais de 200 pirâmides em três grupos.Uma visão impressionante das milenares ruínas da enigmática Meroé, uma civilização bem mais antiga do que a egípcia! Apesar de o atual Sudão estar situado muito ao sul do Egito, os habitantes do Nilo somente souberam da sua existência durante as mais recentes Dinastias da sua História! Portanto, é inegável que ambas as civilizações desenvolveram-se separadamente,Um vasto conjunto piramidal cercando todo o complexo meroíta!As diversas pirâmides de Meroé não chegam a ser tão grandes como as egípcias, porém impressionam pela precisão arquitetônica e pela sua rara beleza. A influência egípcia é bem visível nas pirâmides, nos templos, algumas divindades da zona agora classificada. Embora o conjunto apresente características que só se encontram nesta região. No seu apogeu, o reino de Cush, um dos mais extensos impérios da antiguidade, estendia-se do Centro do Sudão até às fronteiras da Palestina. Uma bitola: nessa época, Roma era uma pequena cidade e as cidades-estado gregas governavam territórios minúsculos. Cush durou 1250 anos. O seu legado não são só monumentos e ruínas. Mas também a certeza de que é muito difícil apagar a alma negra de África.

Alguma vez uma pessoa negra inventou alguma coisa? A resposta inevitável deve ser não, nunca, sempre e quando você continuar acreditando na ‘história oficial’ e tendenciosa. No entanto, os fatos contam uma história diferente.

Um homem negro, por exemplo, inventou os semáforos sem os quais o mundo não pode andar e o pai da medicina não foi Hipócrates, mas Imhotep, um multifacético gênio negro que viveu dois mil anos antes do médico grego. É que os europeus ainda se negam a reconhecer que o mundo não estava à espera na escuridão para que levassem a luz. A história da África já era antiga quando a Europa começou a engatinhar.
[[ Antiga pintura egipcia de Imhotep (2650-2590 AC) - o primeiro cientista da história da humanidade. Ele trabalhou como engenheiro, astrônomo, físico, professor, e conselheiro para a Terceira Dinastia do Faraó Djoser (reinado 2630-2611 AC), para quem ele construiu a famosa pirâmide em degraus de Saqqara. Imhotep escreveu livros de medicina que ficaram 'escondidos' até o tempo de Hipocrates, 2000 mil anos depois! ]]
Um professor do ensino secundário de Gana, que visitou recentemente Londres, não podia acreditar que um homem negro tivesse inventado os semáforos. “O que?!”, perguntou com absoluta incredulidade. “Como pode um homem negro ter inventado os semáforos?!”

Bem, você pode imaginar o tipo de educação que este professor de ensino secundário ensinou e continua a ensinar a seus estudantes, não por malícia, mas por pura ingenuidade. Que tipo de educação recebem os africanos? Muitos meios de comunicação, insistem em difundir essa idéia, que os negros ‘não sabem’ inventar nada, e que se restringem a comprar as invenções dos outros.

Um novo livro chamado, “Cientistas e inventores negros”, publicado recentemente em Londres por BIS Publications, descarta totalmente a idéia de que as pessoas negras não são altamente capazes. Escrito em conjunto por Ava Henry e Michael Williams (ambos diretores da filial de Londres da BIS Publications), o livro é destinado para crianças entre 7 e 16 anos, uma fase importantíssima na formação da personalidade.

“Nós esperamos que os pais e mestres ajudem as crianças nesta tarefa de conhecimento e redescoberta”, dizem os autores. As pessoas negras estão encontrando cada vez mais obstáculos para entender por que, inclusive na era do conhecimento livre caracterizada pela Internet, continuam a negar os créditos aos cientistas e inventores negros.

E isto acontece apesar de existir documentação que prova que várias invenções importantes para o mundo têm sido obra da inteligência dos negros.

O PRESENTE SE BASEIA NO PASSADO; UM PASSADO DESTRUÍDO É UM FUTURO À MERCÊ

Escrevendo sobre as invenções e as descobertas africanas, Count C. Volney, o renomado historiador francês, escreveu: “Pessoas agora esquecidas descobriram os elementos das artes e da ciência, enquanto outros ainda eram bárbaros”, referindo-se aos africanos negros e a europeus bárbaros.

Uma raça de homens agora rejeitada pela sociedade por sua pele escura, seu cabelo enroscado e principalmente por sua essência civilizada e pacífica, cimentou, no estudo das leis da natureza, todos os sistemas civis e religiosos que agora não passam de arremedos do que eram antes.

Ao que o Dr. John Henrik Clarke, um historiador afro-americano, acrescenta: “Primeiro, as distorções devem ser admitidas. O fato lamentável é que a maioria do que nós chamamos agora de história mundial é só a história do primeiro e segundo florescimento da Europa. Os europeus ainda não reconhecem que o mundo não estava à espera deles na escuridão para que trouxessem a luz. A história da África já era muito antiga quando a Europa nasceu”.

O Dr. Clarke é apoiado pelo estudioso e explorador alemão Leo Frobenius, que escreveu em sua principal obra, Und Afrika Sprach, publicada em 1910: “Nessa porção do globo, o anglo-saxão Henry Morton Stanley lhes deu apelido de ‘escuros’ e ‘escuríssimos’…
[[ Até mesmo para os padrões do imperialismo do século dezenove, Henry Morton Stanley foi abusivo. Sua carreira abrange as piores práticas do colonialismo: racismo, elitismo e oportunismo, entre outros. ]]

Mas antes das invasões estrangeiras, os africanos não viviam em grupos pequenos, mas em comunidades de 20 mil ou 30 mil habitantes, cujas estradas estavam escoltadas por esplêndidas avenidas de palmeiras, plantadas a intervalos regulares e de uma maneira ordenada”.

O trabalho de Frobenius inclusive foi melhorado por Thomas Hodgkins, um historiador britânico que escreveu depois: “Quando as pessoas falam, como ainda algumas vezes o fazem, sobre a África do sul, do Saara como um continente sem história, o que eles realmente dizem é que essa porção da África tem uma história da que nós, os ocidentais, somos deploravelmente ignorantes…

Todos devem admitir que ainda somos vítimas de uma mentalidade colonial: para nós é difícil de compreender que os africanos possuíam sua própria civilização durante muitos séculos antes dos europeus, começando pelos portugueses, que ao final do século XV, conceberam maliciosamente para a Europa a “brilhante” idéia de tentar impor a deles”.

A maioria dos historiadores aceita agora que os antigos impérios africanos da Gana, Mali e Songhay tinham desenvolvido sociedades científicas.
Em Uma História do Desenvolvimento Intelectual da Europa, publicada em 1864, J. W. Draper escreveu sobre o desenvolvimento social e artístico imensamente superior dos mouros (os negros), que bem poderiam ter visto com arrogante desprezo as moradas dos governantes da Alemanha, França e Inglaterra, que naquele tempo apenas eram melhores do que seus estábulos”.
Recentemente, o jornalista britânico de TV Jon Snow, que fez seu nome como jornalista na África na década de 1970, ficou assombrado ao encontrar numa biblioteca em Tombuctu (Mali), pilhas de livros fechados “faz mais de 500 anos” (suas próprias palavras em frente a câmera).

“Para nós (os europeus) é cômodo pensar que foi nossa cultura a que levou os livros a África, mas aqui em minhas mãos está a evidência que demonstra o contrário. Eles nos deram os livros”, disse Snow, enquanto revisava um deles. Os documentos demonstram que as primeiras universidades da Europa foram fundadas muito depois da Universidade de Sankore, em Tombuctu, cujos professores eram todos africanos.
Sir J. G. Wilkinson admitiu em seu livro Os Antigos Egípcios (1854) “que os antigos egípcios possuíram um considerável conhecimento da química e do uso de óxidos metálicos, como ficou evidenciado nas cores aplicadas a suas peças de vidro e porcelana; e eles, inclusive, estavam familiarizados em como os efeitos dos ácidos sobre as cores eram capazes de lograr matizes nas tinturas das telas utilizando métodos semelhantes aos que nós empregamos em nossos trabalhos sobre o algodão”, ou seja, criavam qualquer cor a partir de óxidos e ácidos.

Também no ramo da química e engenharia, existe a teoria de que blocos de algumas pirâmides teriam sido feitos a partir da geopolimerização.

Em seu livro Antigo Egito: a Luz do Mundo (1907), Gerald Massy admitiu que Imhotep, o multifacético gênio negro, foi o verdadeiro “pai da medicina” e não, como se sustenta maliciosamente, o médico grego Hipócrates. Imotep era um antigo egípcio que viveu aproximadamente em 2300 antes de Cristo.



LEIAM

Havia de 20.000 para 24.000 africanos em alemão 1933-1945. Muitos destes africanos casaram com mulheres alemãs e desejado meia e meia alemão crianças Africano. Eles eram chamados de “bastardos da Renânia”, outros sired que eles chamavam de “filhos ilegítimos”, com as mulheres alemãs, também chamado de Renânia Bastards. Muitos destes africanos sofre o mesmo destino que os judeus fizeram durante o Holocausto. Muitos americanos Africano servindo como soldados na II Guerra Mundial tornou-se o sofredor POW o mesmo destino, assim como os africanos, do Senegal e outros países colonizados franceses. Assim você pode ver irmãos e irmãs porque eu estou com raiva como o inferno, todo mundo se aproveita de nós e nos usar na sua prática. Para obter mais informações, existe um livro intitulado “Black alemão do Holocausto, por Firpo W. Carr, Ph.D.
Os programas de esterilização dos negros foram instituídos por altos nazistas mais geneticista Alemanha, Doutor Eugen Fischer, que desenvolveu suas teorias raciais em alemão do Sudoeste Africano (hoje Namíbia), muito antes da Primeira Guerra Mundial I. Na Namíbia, Fischer afirmou que havia perigos genética decorrente da corrida mistura entre os colonos alemães e mulheres Africano.

Não há evidência fotográfica do alemão tendências genocidas na África. Em 1904, a tribo Herero se revoltaram contra seus mestres coloniais alemãs na tentativa de manter suas terras. Foi uma rebelião que durou quatro anos e provocou a morte de 60 000 pessoas Herero Ø 80% de sua população. Os sobreviventes foram aprisionados em campos de concentração ou utilizados como cobaias para experimentos médicos, uma antevisão das coisas vindouras.
OS JUDEUS NEGROS

(O racismo sionista discrimina até membros da própria religião judaica como, por exemplo, as falashasjudeusnegros provenientes da Etiópia, que são impedidos de residir em bairros dos judeus brancos para não desvalorizar os imóveis destes últimos. Os judeus negros são obrigados a residir confinados em guetos em Israel)

SOMOS DESCENDENTES DOS POVOS NEGROS

Os que estudam as diversas revoluções por que tem passado a Terra, desde o período em que fazia parte da grande nebulosa que se decompôs no sistema solar, até os nossos dias, ficaram convencidos de que os fenômenos que denominamos vitais estão intimamente ligados a essas revoluções. O homem só podia aparecer na época ternária. As hipóteses sobre a criação do homem, que me parecem mais conformes com a geologia são: Como o tronco negro é o que melhor suporta o calor; como a marcha do planeta que habitamos tem sido do calor para o frio, e como todos os fenômenos vitais se ligam a marcha de temperatura, o tronco negro parece que foi o primeiro criado, e devia sê-lo naquela parte do globo onde primeiro do que em outras, a temperatura desceu ao grau compatível com o organismo do homem. Pela mesma série de comparações, creio que o tronco amarelo veio depois do preto, o vermelho depois do amarelo, e finalmente o branco, que deve ser contemporâneo dos primeiros gelos, foi o último. Julgo também que, na ordem do desaparecimento, a natureza a de proceder da mesma forma- o tronco preto há de desaparecer antes do amarelo, e assim sucessivamente até ao branco. Este há de talvez por seu turno desaparecer também no fim do período geológico de que somos contemporâneos para, quem sabe?, dar lugar ao aparecimento de outra humanidade, tanto mais perfeita e tão distante da atual quanto esta o é dos grandes quadrúmanos antropomorfos que chegaram até os nossos dias. A ciência, por enquanto, não pode aceitar estas hipóteses senão como conjeturas; dia virá em que elas serão esclarecidas e provadas.

FONTE: TRECHO DO LIVRO DO GENERAL COUTO DE MAGALHÃES

www.crystalinks.com/pyramidsudan.html
en.wikipedia.org/wiki/Nubian_pyramids
Os faraós núbios: Reis Negros no Nilo [Capa Dura]
Dominique Valbelle, Charles Bonnet (Autor)

Nenhum comentário:

Postar um comentário