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23 de out. de 2012


A MISTERIOSA HERANÇA DOS ATLANTES
FONTE: Introdución a La Herança In Biblioteca Pleyades
trad.& adaptação: Lygia Cabus

 

Durante muitos anos, as maravilhas arquitetônicas do Egito foram interpretadas como mero capricho estético dos antigos: a grandiosidade das pirâmides foi atribuída à "megalomania" dos faraós, a uma necessidade exagerada de afirmar seu poder para além da morte. Entretanto, estudiosos de mente mais ampla entendem as "excentricidades" dos antigos monarcas como expressão de realidades mais objetivas.

A Grande Pirâmide, chamada pirâmide de Quéops, é muito mais antiga do supuseram os primeiros arqueólogos. Estudos minuciosos mostraram que ao invés de 3.500 anos de idade, a construção daquela pirâmide data de pelo menos 10 mil anos ou mais.



Outro dado "folclórico" diz respeito à finalidade da grande pirâmide bem como de todo o complexo de Gizé (que inclui mais duas pirâmides e a Esfinge).

Considerada como uma gigantesca sepultura, a Grande Pirâmide, na verdade, não apresenta indícios de ter servido a essa finalidade, com suas paredes nuas, sem inscrições e suas câmaras reais vazias, sem sarcófagos ou indícios de serventia funerária.

Além disso, as imagens gravadas em tantas paredes de templos egípcios ― e de outras civilizações do norte da África e Oriente Médio, também não são entendidas como caprichos da imaginação dos artistas do passado.

O céu diferente, com os astros dispostos de forma diversa do mapa celeste atual, revelam-se agora, com o estudo da astronomia antiga (ou arqueológica), como um firmamento verdadeiro, o céu tal como ele parecia há muitos milênios atrás, muito antes do supunham os historiadores. [Observe-se o crânio cônicos das figuras sentadas no colo do faraó]

O céu representado no templo de Dendera, por exemplo, (ozoodíaco de Dendera) reflete a posição dos corpos celestes há mais de 20 mil anos e, no entanto, a "história oficial" somente reconhece uma antiguidade de 5 mil anos para a invenção da escrita e o início da instituição dos grandes estados teocráticos da antiguidade.

Lygia Cabus, 2007



Enigmas de Gizé

Estudo realizados nos anos de 1990 revelaram que a Grande Esfinge do Egito, situada ao lado das três pirâmides da meseta de Gizé, mostra sinais de erosão causada por chuva, assim como os outros edifícios do complexo. Isso significa que os monumentos de Gizé ficaram expostos a um clima que há muito não existe no Egito. Estudos geoclimáticos indicam que somente no passado, há 7 mil ou 9 mil anos atrás, aquele território teve um clima mais úmido e vegetação abundante - "clima luxuriante de selva verde".

Ainda assim, há de se contar o tempo necessário para se fazerem notáveis os efeitos desta erosão, tão sutil. Algo em torno de milhares de anos. Esse resultado contesta definitivamente os prognósticos clássicos de idade das pirâmides e da esfinge, que davam ao conjunto, cerca de 3 mil a 4 mil anos, apenas.

Outra evidência da antiguidade das construções em Gizé foi apurada primeiramente porRobert Bauval que ficou intrigado com a aparente falta de simetria da disposição das pirâmides e esfinge.

Bauval descobriu, então, a relação entre as pirâmides e a constelação de Orion, estabelecendo a famosa teoria do alinhamento das pirâmides de Gizé com as estrelas daquela constelação. Além de estarem alinhadas as pirâmides têm outras relações com aquelas estrelas, como os tamanhos proporcionalmente correspondentes.

O pesquisador compreendeu que os arquitetos de Gizé criaram uma duplicação perfeita do céu estrelado, uma idéia que se encaixou perfeitamente com o conceito hermético (conhecido no antigo Egito) de conexão entre o mundo físico e o mundo espiritual.

Toda a geografia do lugar, incluindo o traçado do Nilo, são "fatorizados" harmoniosamente no plano. Outras pirâmides nas cercanias são relacionadas a outras estrelas, estrelas imortalizadas em pedra, na Terra.

O aspecto mais importante do argumento de Bauval é que o complexo de Gizé foi, obviamente, construído como um código à prova de tempo, utilizando o movimento natural e lento da Terra, conhecido com precisão. O "código de Gizé" exige, portanto, um saber muito específico sobre ciclos de tempo demasiado longos.

Usando um programa conhecido como Skyglobe, Bauval comprovou que a época mais recente em que a Via Láctea estava alinhada com o rio Nilo foi há aproximadamente 12.500 anos; e assim o complexo de Gizé vai se mostrando ainda mais velho do era imaginado.



  

Nefertite, rainha do Egito ou Faraó! A figura de Nefertite é envolta em mistério. Não se sabe nada sobre seus antepassados. Casada com o faraó Akenatón não foi uma rainha-sombra de seu marido. Não há dúvida de que participou ativamente da política. Associada ao poder, foi representada usando a coroa farônica e em outras atitudes viris, como conduzindo seu carro de batalha, golpeando seus inimigos com uma clava, imagens típicas de faraós reinantes. A cabeça de Nefertite é um caso à parte. Tal como uns outros tantos personagens egípcios, seu crânio é estranhamente alongado. Ufólogos especulam: seria uma espécie humana diferente dossapiens?



Técnicas Avançadas de Perfuração

Outro descobrimento recente para a admissão de uma civilização mais que antiga ― arcaica e não obstante, muito avançada, vem dos estudos de Christopher Dunn, cuja especialização principal é "perfuração". Dunn demonstrou que certos artefatos, incluindo o Cofre de Granito, na "Câmara do Rei" da Grande Pirâmide, mostram sinais de técnicas elaboradas de perfuração que superam qualquer resultado obtido com máquinas e/ou ferramentas contemporâneas.

Cofre de Granito foi escavado com alguma espécie de broca em forma de tubo que poderia ter feito o serviço de uma só vez. O mais incrível são os padrões em espiral que ficaram no granito, demonstrando que a broca era capaz de perfurar de uma vez 1/10 (um décimo) de polegada por segundo. Todavia, o granito é uma pedra tão dura que os mais modernos sistemas de perfuração usam pontas de diamante para perfurar 1/100 (um centésimo) de polegada por segundo.
 
Outras peças intrigantes são os cântaros e estátuas de diorita, mineral de cor escura, considerada uma das pedras mais duras do planeta. Estes jarros têm o gargalo muito fino e foram produzidos, cada um, em um só bloco de pedra. As aberturas de alguns cântaros não têm diâmetro suficiente sequer para o dedo de uma criança e, no entanto, seus interiores são perfeitamente ocos. Dunn especula que uma perfuradora para tal serviço talvez funcionasse com ultra-som, mas isso, é apenas uma hipótese.


Aviação

Outros sinais da existência de uma civilização científica no passado são encontrados em ruínas Incas-Maias. Nas tumbas incas foram encontrados pequenos pingentes de ouro com milhares de anos de idade. Estes pingentes reproduzem estruturas de veículos voadores.

Para demonstrar que estes minúsculos enfeites representavam equipamentos reais, os cientistas Dr. Algund Eeboom e Peter Belting desenharam diagramas esquemáticos perfeitamente correspondentes aos objetos. Ao expandirem as imagens o suficiente para construir modelos funcionais descobriram que, simplesmente, colocando uma hélice na frente e estabilizadores atrás os aviões não só voavam como eram capazes de executar manobras aeronáuticas completas por meio de um controle remoto.

Hoagland também assinala que são muito comuns os planadores em forma de pássaro encontrados em tumbas egípcias. Estes planadores também possuem notáveis similitudes com aviões reais e são capazes de realizar longos vôos. Ao que parece os antigos egípcios também estavam a par das técnicas de aeronáutica. Esses modelos, encontrados ainda em outras culturas que jamais tiveram contato entre si, sugerem que em algum tempo existiu uma sociedade tecnológica dotada de uma aviação funcional de grande potência.

Ainda que se possa objetar que não há nenhum sinal, nenhum fragmento remanescente de modelos de aeronaves em tamanho real, isso pode ser facilmente explicado pelo período de tempo passado, mais de 10 milênios, tempo suficiente para corroer qualquer objeto exposto às intempéries.

E se uma civilização é subitamente apanhada por um cataclismo de extensão planetária e, ainda, se a maior parte dessa civilização submergiu nas profundezas dos oceanos, mais compreensível se torna a ausência de evidências, exceto estes pequenos objetos que se conservaram no abrigo das sepulturas e ruínas soterradas.

Os pequenos modelos poderiam ser considerados objetos sagrados, recordação de uma cultura que foi varrida da face da Terra. Os modelos que se conservaram possivelmente são copiados, reproduções produzidas durante milhares de anos pelos sobreviventes da cultura desaparecida, os "sobreviventes" e suas gerações subseqüentes, como os Incas, os Egípcios, os Sumérios, os Cretences do mar Egeu etc..

As miniaturas de aeroplanos foram símbolos do "tempo do deuses", quando a humanidade tinha conquistado o céu e podia voar com a simplicidade de uma tecnologia tão avançada que parecia ser sobre-humana, mágica, coisa de seres divinos, um "mito".



Vimanas (acima e embaixo -esq.): parecidos demais com espaçonaves, seja nas descrições védicas, seja em representações pictográficas. Também nas escrituras hindus, relatos de guerras com utilização de armas e destruição semelhante ao que poderia ser causado por uma explosão atômica.


              

ESQ.: O vidro verde é solo vitrificado do deserto de Gobi; um fenômeno característico de lugares que sofreram explosão atômica. "De acordo com os geólogos, este fenômeno é causado quando a areia é submetida a temperaturas excepcionalmente altas."  Essas formações são estranhamente encontradas nos vale do Eufrates, nos desertos de Gobi e no Saara, no Iraque, na Escócia, Egito e Turquia.


Energia Atômica

Essa civilização que sumiu sem deixar quaisquer certezas de sua existência tem sido, freqüentemente, reconhecida como a lendária nação Atlante. As evidências da realidade dos Atlantes, embora não possua provas materiais definitivas possui numerosos registros conservados em escrituras sagradas de povos de todo o mundo. Relatos que por muito tempo foram considerados meras fantasias ou alegorias ligadas a temas religiosos.

Contudo, a exegese mais imparcial de muitos desses textos deixa claro que muitas daquelas "alegorias" são, na verdade, descrições de objetos que existiram e reportagem de fatos históricos. Segundo David Hatcher Childress em seu livro El Avion Vimana:


A Índia, há 15 mil anos, era conhecida como Império de Rama, uma terra contemporânea à Atlântida. Uma grande riqueza de textos existente na Índia testifica que havia mais de uma avançada civilização há mais de 26 mil anos. Guerras terríveis e mudanças geofísicas no planeta destruíram essas civilizações deixando somente núcleos de refugiados, sementes da atual humanidade.

As guerras devastadoras, conhecidas por escrituras hindus como o Ramayana e, principalmente, o Mahabarata, foram o ponto culminante dos conflitos do último Yuga (ou Era), os ciclos cósmicos do tempo. Na dinâmica do Universo existem ciclos dentro de ciclos. Os cálculos dos Yugas segundo os textos hindus permite estimar a idade daquela escritura em 26 mil anos.


Trata-se, portanto, de uma civilização muito mais antiga do que a História oficial está disposta a reconhecer. Mais importante é que nas volumosas escrituras Védicas se repetem as referências a artefatos voadores assim como o uso do que parecem ser armas nucleares que foram usadas em embates devastadores. Algumas descrições védicas dos Vimanas concordam tão perfeitamente com o conceito moderno de "aeroplano" que os estudiosos, invariavelmente, usam esta palavra em traduções para o inglês.

Para avançar um pouco mais neste ponto, examine-se o livro do Dr. Richard L. ThompsonIdentidades Extraterrestres. Thompson é um graduado de Cornell com doutorado em matemáticas e também tem um profundo interesse em estudos Védicos e Ufologia. Seu livro aparece como um dos poucos textos genuínos em ufologia, de um autor que apresenta descobrimentos significativos ao invés de simplesmente reunir fatos de segunda mão. Thompson escreve (cap. 7 p 260):


O texto do antigo autor Bhoja, chamado Samarangana-sutradhara, declara que o principal material do corpo de máquina voadora (o vimana) é uma madeira muito leve, o ladhu-daru. A nave tem a forma de um pássaro grande, com uma asa de cada lado. A fonte de força é proporcionada por uma fonte de fogo com mercúrio posto em cima da chama. O poder (força) gerado pelo mercúrio aquecido ajudado por um movimento de "leme" faz com a máquina voe de modo orientado. Eu sugiro que os Vimanas descritos por Bhoja eram muito mais parecidos com aviões convencionais do que com OVNIS, posto que eram feitos de materiais ordinários, como a madeira, tinham asas e eram semelhantes a pássaros.

A descrição védica de uma possível explosão nuclear, ainda em Thompson, transcrevendo um texto antigo de Drona Parva, é suficiente para dar calafrios. Seu horrendo conteúdo faz pensar no quê a humanidade ou uma humanidade pode ter feito consigo mesma no passado:

O valente Adwatthaman, instalando-se resolutamente em seu vimana, invocou a "arma de Agni", ameaçadora até mesmo para o deuses. Apontando para todos os seus inimigos visíveis e invisíveis... inspirado com mantrans, acionou um canhão de fogo... Armas ardentes, aquelas flechas atingiram toda parte refulgindo no firmamento. Uma obscuridade espessa se espalhou na paisagem...

O Universo chamuscado pelos calores parecia estar com febre. Os elefantes e outras criaturas da Terra foram atingidas pela energia desta arma. Corriam de medo, respiravam pesadamente e buscavam abrigo que pudesse protegê-los daquela arma terrível. Até a água fervia exterminando as criaturas que habitam este elemento... Enormes elefantes foram queimados por essa arma.. proferindo ferozes lamentos... Corriam desorientados...

Essa é a descrição espantosa de uma catástrofe deflagrada por um dispositivo de destruição de energia nuclear. Robert Oppenheimer, um dos "pais" da bomba nuclear, teria dito na primeira experiência com um protótipo de bomba moderno: "Esta não é a primeira vez que a humanidade se utiliza da energia nuclear."



  

ESQ.: Entalhe na tampa de pedra da urna funerária do rei maia Pacal II, Pacal - o Grande ou ainda K'inich J'anaab Pakal em sua representação mais conhecida e intrigante. O pesquisador Erich von Daniken (Eram os Deuses Astonautas) observa que o personagem está em uma posição incomum: parece instaldao em um veículo operando comandos.

DIR.: Viracocha (no idioma quechua: Apu Kun Tiqsi Wiraqutra) é a divindade invisível, criadora de toda a cosmovisão andina. Era considerado como o esplendor original, o Senhor, Mestre do Mundo. Na realidade foi o primeiro deus dos antigos tiahuanacos, que provinham do lago Titicaca. De suas águas teria surgido, criando então o céu e a terra. WIKIPEDIA

Atlantes & Visitantes do Espaço


A análise, cada vez mais apurada das escrituras antigas e as contínuas revelações das ciências antropológica, arqueológica e outras, têm fortalecido a idéia de que outra humanidade ou mais de uma antecederam a atual antes, de serem completamente aniquiladas por cataclismos globais e/ou regionais.
As descrições de ao menos uma destas civilizações [a mais recente] mostram notáveis similaridades com o mundo contemporâneo, especialmente no aspecto tecnológico. Os pesquisadores concordam que, muito possivelmente, essa misteriosa civilização foi desenvolvida pelos legendários Atlantes.
Ainda segundo as escrituras antigas, a cultura Atlante era muito mais centrada no espírito que as sociedades atuais. Também foi uma civilização visitada por extraterrestres com quem estabeleceram uma aliança de cooperação com inteligências alienígenas que pode ainda estar vigorando como um "Diretório Oculto". Hoje, os pesquisadores têm evidências suficientes para demonstrar que os governos têm algo a esconder e que os Ovnis são reais.
Ao que parece, a Atlântida mantinha uma relação avançada com os visitantes. O trabalho intitulado Deus e Astronautas do Antigo Oriente, de W. Raymond Drake, proporciona uma perspectiva cultural a nível mundial de cooperação humana e interação extraterrestre na história antiga. Os dados históricos apresentados por Drake vêm de diversas civilizações como Índia, Suméria, Tibet, Japão, Egito, Israel e Mesopotâmia.
Na Índia, vários poderes conhecidos como siddhis são atribuídos aos seres cósmicos, extraterrestres (humanóides Védicos) que visitaram a Terra em passado recuado e são freqüentemente mencionados nos Vedas. Também se dizia que estes siddhis podiam ser exercidos por certos mestres humanos iluminados:


▪ A comunicação mental e a leitura da mente. Isto é normal nos humanóides védicos.
▪ Capacidade de ver a uma grande distância
▪ Laghima-siddhi: levitação ou antigravidade. É também o poder de "criar" um enorme peso. (Habilidade que pode ter sido usada na construção de monumentos grandiosos, com as pirâmides.)
▪ Anima e mahima-siddhis: o poder de mudar o tamanho dos objetos e seres vivos sem romper sua estrutura.
▪ Prapti-siddhi: o poder de mover um objeto de um lugar para outro sem cruzar o espaço intermédio (tele-transporte). Este poder está relacionado à habilidade de viajar a "reinos paralelos" e a dimensões superiores.
▪ A habilidade de mover objetos diretamente através do éter sem impedimento de obstáculos densos. Este tipo de viagem se chama vihayasa e permite que um corpo seja diretamente transferido a um ponto distante por ação da mente.
▪ Vasita-siddhi: o poder do controle hipnótico à distância. Os contos védicos assinalam que este poder pode ser usado para controlar de longe os pensamentos das pessoas.
▪ Antardhana: a invisibilidade.
▪ Metamorfose: a habilidade de assumir formas diferentes ou gerar formas ilusórias do corpo.
▪ O poder de entrar no corpo de uma pessoa e controlá-lo. Isto se faz usando o corpo sutil.




* A definição de corpo sutil se refere, na literatura psicológica comum ao "corpo astral", corpo da alma. Há evidências de que sociedades muitas antigas tinham um amplo conhecimento de sua existência e da habilidade de transferir totalmente a consciência normal desperta. Os estudiosos contemporâneos e pós-modernos se referem a esta habilidade como "Experiência Fora do Corpo" [ESP] e, também, a "Experiência de Quase Morte" [EQM], que parece ser de natureza similar.
Ainda que muitos acadêmicos considerem estas idéias demasiado alucinantes para serem reais, existem repetidos exemplos de estessiddhis se desenvolvem em pessoas comuns da presente era. O livro O Universo Holográfico, de Michael Talbot, relata esses casos com riqueza de detalhes.
Reportando, mais uma vez a Identidade Extraterrestres, de Thompson, ali se encontra a curiosa informação sobre a natureza e a abundância de vida extraterrestre: Os Puranas (textos hindus) falam de 400 (quatrocentas) mil! formas de humanóides vivendo em vários planetas e mais 8 milhões (!) de outras formas de vida, incluindo plantas e animais menores. Entre esses 400 mil tipos de humanóides, os seres humanos, tal se conhece na Terra, são considerados [como era de se esperar!] entre os menos poderosos. É um dado que se encaixa no quadro dos relatos de encontros com Ovnis.
Evidentemente, as sociedades atuais não têm contato direto ou aberto com supostos visitantes; se o mundo tivesse certeza da existência de uma gigantesca comunidade cósmica sua visão do Universos seria muito diferente, sobretudo as pessoas tivessem consciência de que o homo sapiens é classificado entre os menos poderosos, em relação a outras raças de seres.
[Pior, a rigor, os sapiens da Terra presente teriam regredido em comparação aos Atlantes do passado, ao menos no diz respeito às ciências e tecnologias.] É importante notar que, se alguns Vimanas parecem ter sido aviões, havia outros "modelos", destinados a outros usos que eram tecnologicamente muito mais ousados.
O texto védico Vimanika Sastra trata da arte de fabricar vários tipos de veículos que podiam se movimentar na terra, no céu terreno e interplanetariamente, de globo a globo. Constam dos antigos manuscritos: Os segredos para construir aeroplanos que não se quebram, que não podem ser cortados, não pegam fogo, enfim, não podem ser destruídos e outros segredos mais:


▪ O segredo de fazer um avião planar imóvel.
▪ O segredo de fazer as aeronaves ficarem "invisíveis".
▪ O segredo de ouvir conversas e outros sons em campo inimigo
▪ O segredo de obter fotografias das aeronaves inimigas
▪ O segredo de saber da proximidade de aeronaves inimigas
▪ O segredo de fazer com que as pessoas em aeronaves inimigas "percam a consciência" (!)
▪ O segredo de destruir os aviões inimigos




Suméria ― Elo Perdido





O trabalho enciclopédico de Zecharia Sitchin, incluindo Gênesis Revisitado e, sobretudo, na série intitulada Crónicas de la Tierratambém enfoca esta cooperação que existiu, algum dia, entre a humanidade e a vida extraterrestre. O Dr. Sitchin é uma de aproximadamente apenas 200 pessoas no mundo que pode ler e traduzir totalmente as antigas placas de pedra com escrita cuneiforme da Suméria.
Seu trabalho parte do pressuposto de aceitar a informação e os registros históricos como documentos verdadeiros sem recorrer {a crença normal de que são mitos. Seguindo esta premissa, Sitchin entende esses textos utilizando como apoio o conhecimento atual e, fazendo isto, seu trabalho é tão sólido que ninguém desacreditá-lo. Por conseguinte, Sitchin é, simplesmente, ignorado e seu estudo é tão completo, tão integral que ninguém jamais tentou atacá-lo.
Nos livros de Sitchin são apontadas abundantes evidências de tecnologia aérea, presença de humanóides extraterrestres, armas laser e conhecimento avançado, incluindo descrições rigorosamente exatas e detalhadas do nosso sistema solar, tudo em uma época anterior à "antiguidade histórica". Interessa sobretudo a referência ao duodécimo planeta, nomeado Nibiru.
Em outubro de 1999, a existência desse planeta começou a ser formal e silenciosamente reconhecida pela comunidade científica. Nibiru está relacionado com as misteriosas perturbações visíveis nas órbitas de cometas distantes, originários dos mais recôntidos e longínquos pontos do nosso sistema solar, o que sugere a existência de um planeta, do tamanho de Júpiter, além da órbita de Plutão, cuja gravidade está afetando todo o sistema.
As descrições das tabuletas cuneiformes sumérias são extremamente técnicas e a Saga de Gilgamesh, assemelha-se ao registro de um desastre ambiental perfeitamente factível e que poderia o relato da submersão da Atlântida. Em Crônicas da Terra, Sitchin apresenta argumento sólidos relacionando o episódio ao relato bíblico do Dilúvio de Noé, que seria uma versão condensada, simplificada do evento onde o protagonista, Gilgamesh, foi renomeado, chamado Noé e muitos detalhes foram omitidos.


Oannes


A existência de sobreviventes do dilúvio atlante, sobreviventes como Gilgamesh, também ajuda a revelar a identidade de ilustres "homens do mar", como o rei do mar sumério-babilônico Oannes, que foi descrito em culturas de todo o o mundo como "mestre", aquele que "veio" e civilizou muitos povos rapidamente.
A idéia que prevalece por trás da história de Oannes é que,simplesmente, foi um dos primeiros sobreviventes da Atlântida que apareceu publicamente "vestido" com "roupa de peixe" (traje de mergulho) e, creia-se ou não, esta figura exótica deve causado a impressão de ser uma criatura algo mística, mágica, divina, [para as populações que, embora também fossem sobreviventes, certamente teriam sofrido um processo de regressão social, brutalizando-se, animalizando-se].
Foi um tempo em que vimanas poderiam ter se salvado e Oannes [poderia ter "pousado" seu veículo no mar, ou emergido do próprio mar (veículo submarino), aventurando-se durante o dia e regressando à sua nave à noite. Sobre este tema, Raymond Drake citaAlexandro Polyhistor, comentando um trecho de Berossus, um autor sumério/caldeu:
Berossus descreve um animal dotado de razão que foi chamado Oannes; o corpo inteiro do animal assemelhava-se a um peixe, com cabeça humana (!); seus pés também eram humanos... sua voz era humana e articulada e desde esse dia foi conservada uma representação dele.
Este ser, durante o dia conversava com os homens mas não consumia alimento algum. Ele ensinou as letras, as ciências e as artes. Ensinou a construir casas, fundar templos, compilar leis e explicou os princípios do conhecimento geométrico.
Também lhes disse como distinguir as sementes da terra e ensinou a conservar as frutas. Ele os instruiu em tudo o que podia "abrandar" as maneiras e humanizar o "bicho-homem". Desde esse tempo, tão universais foram suas instruções que nada se pôde fazer para melhorar esses conhecimentos. Quando o sol se punha, Oannes costumava submergir novamente no mar e ali passava a noite, nas profundezas, porque era anfíbio. Depois disso apareceram outros animais como Oannes.
É um aspecto notável da cultura da Suméria a presença destes seres, como Oannes, que guiaram o povo rapidamente, de uma cultura nômade para uma sociedade avançada, com água corrente, escolas, leis, governo, agricultura e pecuária, domínio do fogo, conhecimentos médicos, além da matemática, da arquitetura, engenharia etc..
Com um "enredo" semelhante, quase todas as culturas meso-americanas têm lendas sobre homens brancos muito civilizados, como Quetzolcoalt e Viracocha, que vieram do mar, instruíram o povo em conhecimentos avançados e foram adorados como deuses.
Mais uma vez, estes visitantes poderiam ser os sobreviventes da colapsada civilização atlante. Não bastassem os saberes de controle sobre a matéria grosseira, com as técnicas espirituais do conhecimento atlante, dotados de siddhis especiais (poderes) suas habilidades deveriam, de fato, dar a impressão de que os "homens do mar" eram deuses.


Mistérios


Segundo numerosas fontes de diversos campos, o acervo do conhecimento atlante foi preservado, ainda que de forma esparsa, por seus sobreviventes. O único relato histórico reconhecido como válido sobre a Atlântida é o famoso texto atribuído a Platão que, além de ser desconsiderado pelos cientistas [também é apontado pelos ocultistas como parcialmente equivocado, confundindo uma pequena porção de território, uma pequena ilha, com a totalidade do continente Atlântico, muito maior. Porém, mesmo a pequena ilha de Platão]... desapareceu em um súbito cataclismo que causou sua submersão no oceano.
O relato do filósofo grego diz que poucos habitantes se deram conta do que estava para acontecer e conseguiram deixar a "ilha-continente". Os migrantes dirigiram-se para diferentes regiões da Europa, África e Ásia bem como Américas, especialmente aqueles que deram origem aos chamados povos pré-colombianos.
Segundo as lendas, durante a "Era Atlântida" a maior parte do mundo não era constituída de nações civilizadas. A própria Atlântida, asilada, rodeada pelo oceano Atlântico, estava mais adiantada que muitas das culturas indígenas de outras partes do mundo. Não havia um mesmo nível de desenvolvimento global [como não há, ainda hoje, apesar da globalização!]. Os atlantes haviam começado um processo de colonização de sociedades mais primitivas quando a sobreveio a catástrofe.
O cataclismo Atlante submergiu completamente a ilha-continente de Platão e, em muitos casos, os sobreviventes do desastre se viram lançados em meio à comunidades atrasadas que não os compreendiam.
Em alguns casos, mal começavam a expor seu conhecimento, era mortos imediatamente porque causavam temor. Por isso, muitos sobreviventes de Atlântida mantiveram seus conhecimentos sob rigoroso sigilo, cautelosos, para não criar conflitos. Assim, organizaram-se em sociedades secretas, que mantiveram a herança do conhecimento e da sabedoria conservada ao longo de milênios.
Esta herança é, freqüentemente, em sentido amplo, chamada de "Mistérios" ou Tradição. Os Mistérios, mais de uma vez quase foram banidos em meio às condições opressivas de um mundo retornado à barbárie. O conhecimento sobreviveu na obra de homens como os gregos Thales, Pitágoras e Platão, e também no Oriente, na índia, China, Japão e, mais recentemente, no trabalho de Francis Bacon, por exemplo.
Sociedade Secreta


Bacon, um contemporâneo da época elisabetana, teve acesso aos antigos arquivos do Vaticano e outros. Os esforços de Bacon para ressuscitar os Mistérios foi o quê diretamente engendrou a moderna Ordem Maçônica.
A Ordem Maçônica é muito censurada pelos "teóricos das conspirações" como um alvo fácil por conta de seus votos ou pactos de segredo e seu inegável poder mundial. Apenas como ilustração, quase todas as pessoas que assinaram a Declaração de Independência dos Estados Unidos eram maçons assim como vários dos astronautas e dos presidentes daquela que ― ainda ― é a mais poderosa nação do planeta.
Na maçonaria e em outras sociedades secretas, somente os mais graduados [graus de saber] têm alguma idéias do que são realmente os Mistérios. Os graus mais baixos, são designados um grupo de membros leais que reforçam o poder do grupo e sua influência sem comprometer os segredos.
Entretanto, as informações vazam através de eventuais dissidentes que violam a lei do silêncio. Os livros de Manly Palmer Hall, um iniciado maçônico de 33º, grau mais alto publicamente reconhecido, é considerado a única fonte mais ou menos confiável dos segredos do Mistério.
O livro Las Enseñanzas Secretas de Todas las Edades é, sem dúvida, o documento mais próximo de revelar as grandes verdades possíveis de serem divulgadas sobre os Mistérios Atlantes. O livro começa com extensa e mesmo exaustiva discussão sobre filósofos, gregos, romanos, históricos, até o presente, apresentado idéias contraditórias. É uma discussão que mostra o conhecimento unificado dos Mistérios que se dispersou e, assim, todos teriam suas próprias teorias baseados no pouco que sabiam. Apesar disso, pode-se perceber o elo em comum.
Certos filósofos, como Pitágoras, buscaram eliminar esse problema [da dispersão dos conhecimentos] viajando a terras longínquas, recopilando informações de diferentes áreas do saber. Depois, Hall apresenta o conhecimento maçônico oculto, a origem secreta de toda filosofia e o papel do simbolismo, usado para transmitir informação e esconder a verdade dos não-Iniciados.
Hall esclarece que embora os gregos reclamem para sua nação a origem da filosofia, os mais sábios entre eles reconheceram que a fonte primeira da filosofia é "o oriente". As magníficas instituições hindus, caldéias (sumérias) e egípcias devem ser reconhecidas como a verdadeira origem da sabedoria grega.
O fato é que a filosofia surgiu dos Mistérios religiosos da Antiguidade. Não havia separação entre conhecimento científico e religioso até que os Mistérios começaram a "decair". Os Mistérios são um conhecimento transcendental da realidade que somente pode ser compreendido por um intelecto muito poderoso que tenha compreendido a desimportância das ambições pessoais. Os guardiões dos Mistérios consagram suas vidas ao serviço altruísta pela humanidade.

Simbolismos

O simbolismo é o idioma dos Mistérios, um simbolismo que não é misticismo filosófico; é uma técnica de expressão que serve para se referir aos objetos que escapam à capacidade do homem de traduzir em palavras aquilo que vê, que sabe, que sente. Trata-se de comunicar pensamentos que transcendem as limitações do idioma.
Rejeitando os dialetos concebidos pelo homem como inadequados e indignos de perpetuar as idéias divinas, os Mistérios utilizam método mais engenhoso de conservar seu conhecimento transcendental. Em uma só figura o símbolo pode revelar. Para o sábio, o tema do símbolo é óbvio no entanto, para o ignorante, a figura permanece incompreensível. aquele que busca desvelar a doutrina secreta da antiguidade não deve buscar essa doutrina nas páginas abertas de livros que poderiam cair em mãos indignas.
Os Iniciados da Antiguidade eram perspicazes. Eles compreenderam que as nações vêm e vão, que os impérios caem e que as Idades douradas das artes e ciências são seguidas por Idades obscuras de superstição. Com as necessidades da posteridade na mente, os sábios antigos foram a extremos inconcebíveis para assegurar-se de que o conhecimento seria preservado.
Gravaram-no nas encostas de pedra das montanhas ou o ocultaram em imagens colossais, cada uma das quais era uma maravilha geométrica. Seu conhecimento de química e matemática foi escondido em mitologias que mesmo o ignorante perpetuaria, em templos e monumentos que o tempo não destrói completamente. Escreveram em caracteres que nem o vandalismo dos homens nem a crueldade dos elementos poderiam destruir.
Hoje, os homens olham espantados para o poderoso Memnons (as Pirâmides) nas areias do Egito ou nas estranhas pirâmides terraceadas de Palenque (Américas). São testemunhas mudas das artes e ciências perdidas da Antiguidade; e esta sabedoria deve permanecer oculta até que esta raça tenha aprendido a ler o idioma universal ― o simbolismo.









OS MISTÉRIOS DOS CRISTAIS ATLANTES

por Lygia Cabus




Reprodução da esfera de Brown


RELATO DE UM EXPLORADOR

1970. Ray Brown, mergulhador, caçador de tesouros marinhos, conferencista, em relato transcrito por Charles Berlitz em Atlântida, o Oitavo Continente (1990) conta sua experiência pessoal, em pleno mergulho na área do Triângulo das Bermudas ao encontrar uma pirâmide submersa:



...[o fundo do mar pode mudar em conseqüência de violenta tempestade. Dentro do Triângulo das Bermudas, uma tempestade assim pode... revelar ruínas [e voltar a ocultá-las pouco depois]. Quando voltamos ao local onde tínhamos estado procurando galeões afundados, fomos surpreendidos por violenta borrasca. Ondas de 2m a 2,5 m nos assolaram... [perdemos equipamento].

Na manhã seguinte, vimos que as bússolas estavam girando e os magnômetros não estavam fornecendo informações... Estava muito escuro mas pudemos ver perfis de edificações submersas... Éramos cinco mergulhadores e atiramo-nos na água...

Eu estava perto do fundo, a 40 metros... Voltei-me em direção ao sol e... divisei a forma de uma pirâmide brilhante como um espelho. A cerca de 10 ou 12 metros do topo, havia uma abertura. ...acabei entrando. ...Era como um poço que se abria para um aposento interno. Vi algo brilhando. Era um cristal sustentado por duas mãos metálicas. Eu usava luvas. Tentei agarrá-lo e o consegui. Mas assim que o agarrei percebi que estava na hora de sair e não mais voltar.


Charles Berlitz (1990), que entrevistou Rey Brown pessoalmente, acrescenta: O Dr. Brown ainda tem o cristal... dentro do cristal redondo pode ver-se uma série de formas piramidais. Quando alguém segura o cristal sente algo como uma pulsação...






A esfera de Brown


A mitologia sobre a fabulosa e desaparecida civilização Atlante, nação da Quarta Raça Humana, é extensa e espantosa. Entre os elementos que compõem essa mitologia, um deles refere-se a uma avançada tecnologia cujos recursos, aparelhagem, se encontrados pelos homens da época atual(a pós-modernidade) não seriam sequer reconhecidos, entendidos como objetos tecnológicos, seja por seu exotismo, seja por sua aparente simplicidade.
Entre esses recursos tecnológicos encontra-se o uso misterioso dos cristais na manipulação de energias sutis tais como os campos eletromagnéticos ou as freqüências sonoras. Um dos temas centrais desse enigma é a existência de pirâmides no mundo inteiro. Entre elas, destaca-se a pirâmide de Gizé, no Egito, cujos segredos não foram completamente desvendados até hoje.
Segundo teorias baseadas em análises que combinam a geografia com a cosmografia, esta pirâmide bem como suas "irmãs" espalhadas em todo este globo fazem parte de uma gigantesca rede que transmite e recebe informações ̶ respectivamente, para algum lugar no espaço cósmico e de algum lugar no espaço cósmico.
Essas informações seriam modeladoras e/ou controladoras da realidade que a Humanidade conhece como resultado de meras interações das escolhas e ações das sociedades e dos indivíduos.
Outro fato importante nesse contexto é a existência de pirâmides não somente na superfície da Terra mas, também, pirâmides submarinas. Pirâmides que foram parar no fundo do Oceano por conta das numerosas revoluções geológicas já experimentadas pelo planeta.
Pirâmides, que dada a sua estrutura resistente aos mais duros golpes das catástrofes naturais, mantiveram sua estrutura intacta e "funcionando" mesmo depois de terem submergido em decorrências dos rearranjos das placas tectônicas ou elevação do nível dos mares.


A ESFERA DE RAY BROWN


A esfera Atlante, em 11/11/2011, exposta na Conferência Maia Cristal Skull
(Mayan Crystal Skull Conference), realizada em Los Angeles. Foto: Robyn Swik




Uma dessas pirâmides submersas estaria localizada no Triângulo das Bermudas, no local onde o neuropata, caçador de tesouros e pesquisador Ray Brown, durante um mergulho, encontrou um dos objetos mais enigmáticos da história da arqueológica arcaica submarina (episódio descrito no relato acima,no box). 
A descoberta surpreendeu Ray Brown por mais de um motivo além das circunstâncias incomuns e mesmo assustadoras na qual foi achada a esfera de cristal que contém uma pirâmide. No devido tempo, de volta à superfície, quando pôde examinar o achado, Brown observou alguns que vão além do pequeno objeto.


DENTRO DA PIRÂMIDE SUBMARINA


Ele encontrou a esfera no interior de uma estrutura piramidal que descreveu comobrilhante como um espelho. embora tivesse passado pouco tempo no interior da esta pirâmide, ele pôde observar alguns detalhes: suas paredes, os lados, eram completamente lisos e apesar do evidente longo tempo submersa exposta aos agentes de erosão e corrupção marinhos, o interior daquela construção não tinha sinal de crescimento de algas nem corais ou cracas, que normalmente aderem às rochas do fundo do mar, aos cascos dos navios e mesmo à epiderme de cetáceos.
Além disso, o recinto estava iluminado embora não houvesse ali nenhuma fonte de luz que pudesse ter identificado. Antes de apoderar-se da esfera, Brown observou outra pedra: era uma gema, algo como uma pedra preciosa multifacetada de coloração vermelha, presa a uma haste metálica instalada a partir do teto. Ele tentou, mas foi incapaz de deslocar este objeto.
Somente depois disso, atentou à esfera, cerca de quatro metros abaixo, encaixada entre as mãos metálicas (metal semelhante ao bronze) de uma escultura. Pequena, a esfera tem cerca de quatro centímetros de diâmetro.
Deste objeto ele se apoderou desencadeando uma reação de revolta nas águas. Brown conta, ainda, que em seu trajeto em direção à saída (no alto da pirâmide), sentiu uma presença e ouviu uma voz, em sua cabeça, uma voz que advertiu para que nunca mais voltasse ali.
Com medo que sua preciosa esfera fosse confiscada pelo governo, posto que seria considerada tesouro resgatado, ele manteve seu "achado" ̶ e sua história ̶ em segredo até 1975 (tudo aconteceu em 1970)


SOBRENATURAL


A "esfera de Brown" - como ficou conhecido o estranho objeto coletado pelo mergulhador ̶ foi exibida poucas vezes em público (tal como ocorreu na recente conferência Maia Cristal Skull, em novembro de 2011 ̶ Los Angeles, USA).
Todavia, em todas estas raras exibições ocorrências misteriosas têm sido registradas tais como: o aparecimento de luzes fantasma, lufadas de vento inexplicáveis, alterações da temperatura ambiente, pessoas que se sentiram tocadas por energias ou que ouviram vozes. O funcionamento de bússolas foi afetado e metais tornaram-se, temporariamente, magnéticos, como que imantados. Além disso, houve relatos de curas de doenças cujos beneficiados afirmaram terem recebido a "dádiva" da esfera.


REVELAÇÕES CLARIVIDENTES




Brian Schider, paranormal, clarividente, sensitivo,

místico, curador, cujas credenciais podem ser

encontradas no website Angels of Enlightenment


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Experiências foram feitas para verificar essas possíveis propriedades metafísicas da esfera. O objeto pareceu ser "ativado" quando submetido a ondas sonoras de alta intensidade (alta freqüência) combinadas com a entonação de antigos mantras. Essa "ativação" foi identificada, por exemplo, pela alteração do desempenho de bússolas que giraram para a esquerda (sentido anti-horário) na ocasião dos experimentos. A alteração modificava-se quando era alterada a distância entre a bússola e a esfera.
A magnetização temporária de metais neutros também foi verificada nas proximidades da esfera e mesmo casos de cura de doenças, embora temporária, foram comprovados com estranha peculiaridade. Uma pessoa sã, ao entrar em contato com a esfera que promovera a cura de alguém, parecia receber os sintomas do paciente anterior, ou seja, o objeto seria capaz de anular os sintomas do doente inicial, reter as causas energéticas e transferi-las para um terceiro que a tocasse no momento subseqüente.



QUATRO ESFERAS, TRÊS PIRÂMIDES



BRIAN SCHIDER (foto acima), examinando a esfera em estado de transe revelou que, em Atlântida, havia quatro esferas idênticas à que foi encontrada por Ray Brown. Duas foram destruídas ainda durante a existência da mítica civilização. Estas, eram usadas para fins maléficos.
Uma terceira, permanece, ainda, escondida em um templo hoje submerso e a quarta é esta, que o mundo conheceu depois que foi resgatada por Brown e - atualmente, encontra-se sob a guarda de Arthur Fanning. (Ao completar 89 anos de idade Ray Brown passou a guarda da esfera para Arthur Fanning., de Albuquerque - USA).
Embora a fotografia não permita distinguir, o fato é dentro dela existem 3 pirâmides. Nas posições dessas três pirâmides reside a chave da localização da quarta remanescente. Elas estão dispostas uma de frente para a outra. Vista de outro ângulo, a esfera permite ver um olho que parece observar quem olha apara ela. Também distinguem-se milhares de finíssimas linhas de traçado irregular que parem formar uma espécie de circuito energético.


EDGAR CAYCE & A ESFERA DE BROWN


Outro clarividente que descreveu em detalhes a utilização dos cristais na Civilização Atlante foi Edgar Cayce (famoso clarividente norte-americano, 1877-1945). Cayce mencionou muitas vezes um instrumento que ele denominava de Grande Cristal. 
Cayce mencionou muitas vezes um instrumento que ele denominava de Grande Cristal. Sobre o cristal, ele dizia que estava abrigado em um salão de forma oval (o que não descarta que tal recinto estivesse dentro de uma pirâmide). A cúpula do salão podia ser revertida expondo o cristal à luz do Sol, da Lua e das estrelas conforme o propósito. O interior do recinto era revestido de um material não condutor de energia, como a eletricidade, por exemplo. Algo semelhante ao amianto ou como um plásticotermofixo.
O cristal propriamente dito era chamado de Pedra Tuanoi, Firestone ou, ainda Cristal de Poder. Este cristal não era, como torna-se evidente (pela descrição de Cayce) a esfera de Brown porque a Pedra Tuanoi era grande, cilíndrica e de forma prismática, possuindo seis lados. No topo do cristal encaixava-se uma pedra angular móvel que podia captar, concentrar e emitir, de forma direcionada energia cósmicas e telúricas (terrenas).
Essa energia seria utilizada para várias finalidades: transporte, artesanato, indústria, comunicação, iluminação, alterações térmicas bem como a materialização e desmaterialização de corpos densos.


TECNOLOGIA AVANÇADA


Especialistas do Smithsonian Institute, em Washington, observaram que a esfera, por si mesma, é um grande mistério em virtude da perfeição de sua forma, fruto de uma tecnologia sofisticada de trabalho com o quartzo, impossível de ser realizado pela atual civilização até o começo do século XX (anos de 1900)





FONTES
ATLANTEAN SPHERE: The Mysterious Crystal Sphere of Atlantis. IN [http://pt.scribd.com/doc/25498910/Atlantean-Sphere-Dr-brown]. Acessado em 03/04/2012

The Mysterious Crystal Sphere of Atlantis. IN The Thruth Behind The Scenes. IN [http://www.thetruthbehindthescenes.org/2012/03/31/the-mysterious-crystal-sphere-of-atlantis/]. Acessado em 03/04/2012.

Ray Brown's Crystal Pyramid Experience. IN CrystalLinks. [http://www.crystalinks.com/crystalpyr.html. Acessado em 03/04/2012. 

21 de out. de 2012

O retorno de Toth

“Nós dois lemos a Bíblia dia e noite,
mas tu lês negro onde
eu leio branco.” 
William Blake

Esse texto é a segunda parte de um mesmo pensamento.
Quando comecei a escrever não tinha idéia que a coisa fosse ficar imensa. É muita informação, tive que arrumar a coisa de maneira mais fácil de ser observada.

Pude concluir que as datas e personagem não são coerentes com os eventos. Há uma bagunça na ordem e nas provas materiais na história da humanidade. É lógico – essa é idéia!

Enquanto ficamos batendo boca se faz sentido ou não a narrativa, eles ganham tempo para o que vem pela frente. É como dar um brinquedo para uma criança montar, assim ela se distrai e não enche o saco, nos deixando livre para fazer o que “precisamos fazer”. Certo?

É fato que a religião, a política e outras armas de igual valor temático são fundamentais para que nós percamos o fio da meada. É tanto nó, tanta trama que deixa a gente doido. Mas com um pouco de paciência e uma visão imparcialsem julgamentos, pode-se enxergar muita coisa.

Alguns vão dizer que estou vendo pelo em ovo, ou estou “viajando na maionese” – que seja. Eu vejo um pouco e você vê outro pouco e juntos poderemos unir os pontinhos e ver que figura irá surgir, por isso não se fie na minha resposta, apenas pegue palavras, frases ou temas e faça sua própria pesquisa.

Essa é a minha visão particular do que eu acredito e divido agora com vocês.

Toth está voltando

Segundo as histórias da Terra, os deuses retornam regularmenteno início e no final de cada ciclo de mudanças climáticas no nosso planeta.

O deus que promove o estado de satisfação no cosmos é Toth. Nos Textos da Pirâmide, Toth é revelado como “o mediador de paz entre os deuses.”

Toth é retratado, além de outros animais, com a cabeça de um pássaro Ibis – que para título de ilustração – Ibis é um animal que se alimenta também de serpentes venenosas...
  
Toth foi o deus que nos deu o conhecimento da astronomia, da astrologia, da ciência dos números, O Senhor de Ma'at da Matemática” para resolver problemas, estabelecer a ordem, e aplicar o conhecimento para criar sistemas e tecnologias necessárias para a sobrevivência e bem – estar da humanidade.

Nos ensinou a geometria, agrimensura, medicina, botânica, a teologia, leis da civilidade, o alfabeto, leitura, escrita, oratória... é o verdadeiro autor de cada trabalho de cada ramo do conhecimento humano e divino.

Ele restaurou a ordem e a harmonia do mundo muitas vezes, ajudando a humanidade como um protetor dos fracos e daqueles cuja propriedade foi violada.

Toth estava entre os dez membros da dinastia dos deuses que ficaram e governaram a Terra diante dos absolutos reis da terra após Atlântida partir.

Vamos recapitular quem foi essa figura tão importante de vários nomes e feitos na história da humanidade e compará-lo com o que já lemos por aí.

e também:

a.         Um Draconiano de Orion
b.        Um dos filhos de Enki (nosso criador, "Senhor das águas”)
c.         Irmão de Marduk Ra – (seu arqui-inimigo)
d.        O Atlante (Governante)
e.        Moises – (o messias)
f.         Akhenaton – (um dos faraós)
g.       O Mestre Enoch – (o iluminado)
h.       Quezlcoatel – (a serpente emplumada – Maias)


Muitas figuras heróicas pertencentes tanto à poesia ou a lenda tiveram um filho, com histórias, total ou parcialmente semelhantes, as de Toth, como por exemplo, de Hor ou Orus, Abraão, Édipo, Djedi, Krisna, Karna, Paris, Telephos, Perseu, Héracles, Gilgamesh, Horemheb, Anfião, Jesus, Zeto, Melquisedeque (escreveu o livro dos mortos) Hermes (para os gregos) Mago Merlin (para os celtas)...


E segue-se uma lista infinita de personagens ligados a Toth. Cada nome retrata Toth em sua língua, cultura e maneira de perceber seu poder sobre esses.

Um Draconiano de Orion

Toth
Autor e conferencista, Stewart Swerdlow, tem o seguinte a dizer sobre a metamorfose dos reptilianos.

Essas seres têm a capacidade de bloquear certos códigos genéticos, enquanto abrem outros. Quando isso acontece, há uma transformação literal da estrutura celular, que muda a partir de um mamífero para uma forma reptiliana e vice versa.

Eles simplesmente mudam, mudam para uma forma de répteis assim como para qualquer outro animal, apenas alternando as seqüências vibratóriasde seu DNA. Estão na quarta dimensão, portanto a matéria é manipulável.

Sua base genética é de um réptil e todos os seres humanos neste planeta têm DNA réptil. É por isso que temos o cérebro reptiliano também, mas eles precisam de níveis hormonais dos mamíferos, a fim de manter a forma humana por muito tempo.

Basta assistir a um feto no útero e você vai vê-lo mudar sua forma por uma forma de réptil antes de se tornar humano. E é isso que eles fazem, são capazes de mudar o DNA de volta para a forma de répteis quando querem, no entanto, quando eles se transformam em humanos perdem suas habilidades psíquicas não são muito fortes, por isso dependem de cerimônias a fim de alcançar níveis mais elevados de vibração.

É a ressonância ou a vibração de um composto no sangue que cria um campo energético que eles podem acessar


É por isso que as crianças e os fetos são tão importantes para eles, porque são puros energicamente possibilitando a isso acessar a mudança de um ponto a outro muito facilmente...
  

Filho de Enki com Ereshkigal – Toth, como todo Anunnaki, é um imortal em termos terráqueos. Um Anunnaki típico, por exemplo, é capaz de viver 400 mil anos em Nibiru, e o homem (atualmente) vive cerca de 120 anos na Terra.

A Enki, seu pai, conhecido como Ea (significa "Ele cujo lar é a água") foi dado, por seu avô Anu, o domínio sobre os mares e as águasposteriormente, ele ficou conhecido como Poseidon, pelos gregos, e como Netuno, pelos romanos - e o seu tio Enlil, o "Senhor do Comando" foi lhe dado as terras altas.

Podemos avaliar que se o progresso em termos de crescimento pessoal Anunnaki é medido pela sua história, pode-se concluir que em escalas de tempo Anunnaki, a família de Toth está anos luz de nossa experiência.

Os Anunnaki são uma raça de vida longa, potencialmente viva, se entendermos que; 500 mil anos de vida na Terra, equivalem a 140 anos em"Nibiru" -  os deuses estão em plena forma!

Logo após a criação da nova raça, há aproximadamente 150 mil anos atrás (apenas 42 anos nibiruanos), um novo período glacial começou, e os Lulus regrediram, junto com muitas outras civilizações na Terra. Assim, os eventos Anunnaki movem se muito lentamente em comparação com o ritmo acelerado de um mero mortal terrestre que reencarna a cada segundo como hamster em uma caixa pequena.

Irmão de Marduk / Ra – seu arqui-inimigo

Marduk seu irmão, é filho de Enki com Ninki a fonte do DNA mitocondrial de "Eva", que por ironia do destino, é nosso irmão de sangue.

Enki entregou o domínio do rio Nilo e os territórios adjacentes ao filho Marduk. Os Lulus/humanos acreditavam que a família do rei Anu, o chefe do clãcontrolava o sol e que eram deuses que eles deviam adorar. Marduk gostava dessa idéia e se autodenominou o Deus do Sol - Ra, e por todo o Egito fundou templos onde lhe adoravam.

Marduk começou a construir enormes estátuas monolíticas de si mesmo por toda parte. Estas obras de arte aumentavam sua beleza e tinham como fim intimidar ou aterrorizar aos Lulus/humanos. O mandato por meio da intimidação era o código de Marduk. Todos os tiranos da história da Terra de um modo ou outro se inspiraram em Marduk.

O Atlante (Governante da nave Atlântida)

Toth a esfinge
Toth foi rei da Atlântida por 16 mil anos e também do Egito e em ambos, foi destronado por seu irmão mais velhoMarduk.

Marduk como primogênito, e com maiores direitos, toma de Thoth as civilizações quando estas estão em seu auge de desenvolvimento para o exercício do seu tiranismo e diversão com os lulus/humanos.

A princípio, quando Marduk tomou o poder de Atlântida, Ningishzida (Toth) recolheu-se em registrar e disseminar o conhecimento pelo mundo, passando a ser conhecido como a Divindade da Ciência e da Escrita.

Moises – (o messias)

Moises nome de uma raiz egípcia encontrados em tuth-mose Ra-messes, com o significado de "nascer" ou "criança" – segundo relatos antigos, deus teria ordenado a Moisés para ir ao Egito libertar os hebreus da escravidão.

Mas outra versão cabe aqui.
Moises – Toth - levou os humanos escravizados sobreviventes do dilúvio, criado em parte pelos deuses pelo deslocamento da nave Atlântida, para um novo lar, para fundar uma nova cidade – Heliópolis, onde haveria novas regras de viver em comunidade.

Sigmund Freud (ele mesmo), também gostava de textos antigos e publicou em sua última obra o que andou pesquisando – sob o titulo - Moisés e o Monoteísmo - pouco antes da segunda Guerra Mundial

Moisés retratado com chifres
Freud demonstrou razoavelmente que a história do nascimento de Moisés, como é contada no Antigo Testamento, baseava-senuma copia da mitologia anterior de Sargão (2.800 a.C.) contendo a mesma narrativa do nascimento de Hórus, pois ambos os personagens foram escondidos em berços de junco para evitar seu assassinato.

Freud afirmou que a história da origem humilde de Moisés foi uma invenção deliberada composta durante o exílio na Babilônia. É notoriamente visível que Moises foi um membro da família real egípcia. Ele mostrou conclusivamente que o próprio nome Moisés era simplesmente uma derivação do nome egípcio comum Mos que significa = criança

Freud e o doutor Abraham foram mais tarde seguidos por Robert Feather, escritor inglês moderno, que afirmou:

"Análises detalhadas da Torá, do Talmude e do Midrash levaram-me à conclusão de que Moisés não apenas foi criado comoegípcio, mas que ele era, na verdade, um Príncipe do Egito - um filho da Casa Real - um Faraó

O termo Faraó tem origem egípcia que significa propriamente "casa elevada", indicando inicialmente Casa real, ao contrário do que muitos acreditam, faraó não é um nome próprio, mas um lugar.

Os textos bíblicos nos confundem não fornecendo nomes e datas desses “faraós”, dos períodos em que eventos são definidos e seus governantes. O faraó da história nunca tem nome - é designado apenas pelo termo "Faraó".

Inclusive há uma concordância entre esses mestres - Doutor Karl AbrahamSigmund Freud e o popular escritor britânico Maurice Cotterell – que a história de Moises teria ocorrido na era do Faráo Akhenaton. A figura de Moisés é claramente modelada com base na memória histórica de Akhenaton

As 42 leis de Akenaton

1.    Eu não cometi pecado.
2.    Eu não tenho cometido roubo com violência.
3.    Eu não roubei.
4.    Eu não matei os homens e mulheres.
5.    Eu não roubei grão.
6.    Eu não furtei oferecimentos.
7.    Eu não roubei a propriedade do deus.
8.    Eu não proferi mentiras.
9.    Eu não tenho levado comida fora.
10. Eu não tenho maldições proferidas.
11. Eu não cometi adultério.
12. Eu não tenho dormido com homens.
13. Eu não fiz ninguém chorar.
14. Eu não tenho sentido remorso
15. Eu não ataquei nenhum homem.
16. Eu não sou um homem de engano.
17. Eu não roubei terra cultivada.
18. Eu não fui um intrometido.
19. Eu não calunio
20. Eu não tenho raiva, sem justa causa
21. Eu não tenho desejado a esposa de qualquer homem.
22. Eu não poluo
23. Eu não aterrorizo ninguém.
24. Eu não transgredi leis
25. Eu não tenho sido indigno
26. Eu não fechei os meus ouvidos às palavras da verdade.
27. Eu não blasfemei.
28. Eu não sou um homem de violência.
29. Eu não sou um agitador para cima de discussão (ou um perturbador da paz).
30. Eu não agi (ou julguei) com pressa injustificada.
31. Eu não inquiri em assuntos.
32. Eu não multipliquei minhas palavras falando.
3          33. Eu não prejudiquei, eu não fiz nada de mal.
34. Eu não trabalhei feitiçaria contra o rei (ou blasfemado contra o rei).
35. Eu nunca parei [o fluxo de] água.
36. Eu nunca levantei a minha voz
37. Eu não amaldiçoei (ou blasfemado) Deus.
38. Eu não agi com arrogância
39. Eu não roubei o pão dos deuses.
40. Eu não tenho levado os bolos de khenfu fora dos espíritos dos mortos.
41. Eu não arrebatei o pão da criança, nem tratei com desprezo o deus de minha cidade.
42. Eu não matei o gado que pertence a deus

Isso te lembra alguma coisa? 10 mandamentos dos 42?

O jogo de equilíbrios, verbal, visual e escrita de Toth utiliza a dualidade dos opostos, como parte de uma cuidadosa estratégia para dominar o todo

Opostos não são contradições, mas complementaridades. 

Perceba que a palavra NÃO é ignorada pela mente inconsciente, pois seu programa se faz no afirmativo, portanto a negação é a dualidade na ação, haja vista que não podemos seguir essas regras enumeradas a risca – cada caso é um caso no ponto de vista de cada experiência humana.

Em relação a famosa narrativa descrita na Bíblia sobre o mar se abrir para o povo passar... pude perceber que é uma imagem real de um evento não tão bem explicado.

Toth/Moises - era o governante de Atlântida até então, quando abriu mão desse poder para salvar novamente a humanidade de uma extinção em massa, levando seu povo para um lugar a salvo onde instalaria uma nova maneira de viver – começar do zero – fez a ilha/Atlântida submergir em todo seu tamanho sendo assim possível passar de um ponto ao outro “por cima do mar” ligando ao continente próximo.

Perceba que Atlântida era uma ilha, mas Toth precisava levar os escravos da nave para a terra firme e longe do litoral, antes que essa levantasse vôo com seus parentes governantes, gerando ondas enormes. Com isso muitossobreviveram ao dilúvio, isso não há dúvidas - dando fim a um programa e o início de outro.


água como significado do inconsciente coletivo permanece em todos textos e passagens bíblicas, martelando nossa mente tentando resgatar a memória esquecida.

São as águas de vida, as águas da imortalidade como descrita pelo profeta Isaías: "a Terra será cheia do conhecimento do Senhor (Toth), como as águas cobrem o mar"...

Akhenaton – (o faraó)

Amen hopet/Akenaton/toth
“A partir deste momento em diante todos os reis do Egito, de origem egípcia ou não, se chama o "filho de Rá”. Nos dias mais tarde, quandoAmém, ou Amon-Rá, se tornou o rei dos deuses, foi afirmado pelo seu sacerdócio que o deus assumiu a forma humana de um homem e gerou o rei do Egito.”
E.A.Wallis Budge (1857 - 1934) p.33,

O Faraó Amen hotep passou a se chamar Akhenaton - aquele que agrada Aton”, orientando seu povo a devotar sua atenção para umdeus único, chamado Aton, que nada mais era do que o Sol.

O reinado de Amen hotep/ Akenaton/ Toth - durou apenas 17 anos terresteres. Akhenaton tentou estabelecer um culto monoteísta, e conseqüentemente o clero que nunca deixou de ser poderoso, usou de todas as forças para derrubar aquele que tentava destruí-los.

Akenaton decretou muitas leis e costumes novos, que eram o oposto dos do Egito da época, e disse ao seu povo que não deviam venerar os “deuses egípcios”. Não deviam fazer sacrifícios com animais para saciar esses deuses.

Akenaton em  família
A nova religião monoteísta de Akenaton era baseada no amor, fraternidade, paz, onde deveriam evitar as guerras, a superstição, feitiçaria e idolatria de todos os deuses até então.

Akenaton levou seu povo para longe da capital dos deuses e ergueu uma cidade cerimonial em um local hoje conhecido comoAmarna. Escolheu um terreno que não pertencia a nenhum deus ou deusa.

A cidade foi projetada para o prazer dos seus habitantes. O trabalho teria um foco unicamente para fins de sobrevivência e nunca serviçal. Belos jardins e casas confortáveis foram erguidos, os lados estavam alinhados com as árvores e não havia teto nas construções para que os raios de Aton (SoL) banha-se os fiéis.

Os templos de adoração aos deuses pagãos foram fechados por decreto e negou provimento ao sacerdócio. Os templos antigos eram lugares escuros, acessível apenas aos sacerdotes e aos faraós governantes, mas o culto a Aton seus templos eram absolutamente abertos a todos os seguidores.

Ao dissolver toda a estrutura religiosa do Egito, o clero dos antigos deuses se rebelou. Com a proibição da adoração de vários deuses, sua memória de rei herege, foi odiada. Suas imagens e templos foram destruídos e há muito pouca informação de sua passagem na história por isso.

Uma das razões para a incompreensão das pessoas era de que o novo deus era uma abstração, as pessoas estavam acostumadas a ver o homem cultoantropomórfico deuses de corpo e cabeça de animal, e o sol não se encaixava em nada do que eles conheciam.

Palavras de Akenaton:
Mas eu declaro que não há nenhum deus que queira ser honesto com sangue, morte e sacrifício. Afaste-se do culto dos deuses. Há somente um Deus que está acima de tudo e governa os nossos destinos: Nosso deus Aton! Deus é o Sol, o próprio Sol, que dá vida a todas as coisas. Os padres nunca foram servos de Deus. Suas doutrinas são erradas e que devemos afastar-se delas. Fecharei todos os templos de Amon, que são uma fonte de renda para os sacerdotes. Eu incautarei todos os seus estaleiros e navios, oficinas e pedreiras, de todas as suas terras e celeiros e todo o gado, que em seu desejo de dominação tem vindo a formar um Estado dentro do Estado. Sacerdotes podem agora ser processados e levados perante os tribunais.

O grande estudioso Immanuel Velikovsky, identifica também Édipo como o faraó Akhenaton, que subiu ao trono.

Restos mortais de Akenaton nunca foram encontrados... ele simplesmente evaporou no espaço.

O Mestre Enoch

Thoth teve como objetivo ensinar a raça humana - ainda hoje - protegendo nossa realeza genética em face de parasitas galácticos – através de textos como os de Enoch e outros no decorrer da história da humanidade.

"... Thoth serviu para iluminar o homem na era em que seriam desovas dos Nefilins, os anjos caídos de Lúcifer. Revelou-lhes que, embora os senhores tinham sido muito adulterados com os seus corpos mortais, pelas eras demanipulação genética, a espécie humana ainda seriam "anjos”,  sem saber” – A Chave de Enoch

O conhecimento Enochiano perdido revela a língua mãe como uma "linguagem de Luz” percorrendo nosso sistema nervoso. Conhecido pelos antigos como HIBURU, é a primária semente de linguagem, introduzida no início deste ciclo de tempo, fato que pesquisas modernas confirmam, a forma mais antiga de hebraico era uma linguagem natural, as formas alfabéticas emergindo dos padrões das chamas de fosfeno do cérebro. As mesmas formas, de fato, nasceram de um vórtice giratório.

Mas essa linguagem foi destruída, manipulada, desmembrada em mais de 6.912 idiomas diferentes em todo o mundo para confundir, evitar a comunicação clara e dividir os humanos na busca do conhecimento dessa habilidade.

O conhecimento Enochiano descreve equações sônicas, codificada dentro de antigos mantras, capazes de afetar diretamente o sistema nervoso e produzir um efeito profundo de cura e estados de consciência elevada.

Enoch não tinha morrido, mas levado por Deus para fora do mundo (sab 4,10, Hebr 11,5) – Toth desaparecendo de novo...

Quetzalcoatl– (a serpente emplumada – Maia)

Várias culturas mesoamericanas, como os olmecas, toltecas e maias, relativamente isoladas uma das outras, e de suas influências, parecem ter simplesmente deixado um dia suas cidades e bens materiais intactos e desapareceram...

Teotihuacan, por exemplo, parece ter sido abandonado por volta de 200 aC.

Umas das explicações do porquê de culturas das Américas simplesmente desapareceram de vista – sem deixar rastros - deriva-se em parte do antigo deus principal do México e América Central Quetzalcoatl.

De acordo com Mestre Sitchin, o deus serpente emplumada, Quetzalcoatl, não era outro senão a divindade suméria, Ningishzida - Toth, um dos filhos mais jovens de Enki e facilmente o mais pacífico filho Anunnaki.

8.700 anos atrás reina Thoth  - fim da Era de Leão

Thoth, Toth, Tat-tet e Tehuti - são todas as formas da mesma raiz, que são títulos que significa, “aquele que dá a respiração", ou "Grande Comunicador”, o que trás a luz – Lúcifer.

Seu nome grego, Hermes, deriva da palavra herma que se refere a um "monte de pedras”. Hermes era conhecido especificamente pela construção de pirâmides, as Grandes Pirâmides de Gizé, por vezes chamadas de "Santuário de Thoth". 

Toth – é Criador e Mantenedor das Escolas de Mistérios da Terra – escolas voltadas para o desenvolvimento humano através da distribuição do conhecimento divino.

Onde está Toth agora
Sinceramente eu não sei, mas pelo que andei lendo faz muito sentido os boatos de um deus vindo para nos julgar em diversos pressupostos religiosos em todas as culturas - mas seja lá com que “nome” esse deus tenha - uma coisa é certa, ele está voltando...